A dorsiflexão do hálux em resposta ao estímulo cutâneo plantar (Sinal de Babinski) é o marcador clássico de disfunção do trato corticoespinhal. Contudo, quando o sinal de Babinski não pode ser testado diretamente ou é inconclusivo, o examinador deve recorrer aos chamados “sucedâneos de Babinski”. Dentre estes estímulos alternativos, o mais útil clinicamente devido à sua maior sensibilidade e especificidade é o Sinal de Chaddock, pesquisado ao se contornar a região póstero-inferior do maléolo lateral. Outros sucedâneos descritos incluem os sinais de Oppenheimer e Gordon.
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