O comprometimento do primeiro neurônio motor (trato corticoespinhal ou via piramidal) gera um conjunto típico de sinais clínicos decorrentes da perda do controle inibitório cortical sobre os reflexos medulares. O diagnóstico da síndrome piramidal fundamenta-se na identificação de cinco achados clássicos:
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Paresia ou plegia.
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Hiper-reflexia e clônus (reflexo perpétuo deflagrado até a retirada do estímulo).
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Espasticidade: Hipertonia elástica que tipicamente afeta grupos musculares específicos, como o bíceps nos membros superiores (MMSS) e a panturrilha nos membros inferiores (MMII).
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Sinal de Babinski ou seus sucedâneos.
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Marcha ceifante: Decorrente da espasticidade de membros inferiores, cujas características são visivelmente exacerbadas quando se solicita ao paciente que ande mais depressa
