A queixa de fraqueza é uma das mais comuns na prática neurológica e exige precisão terminológica para guiar o raciocínio diagnóstico. Clinicamente, a fraqueza muscular verdadeira deve ser diferenciada de sintomas como fadiga, astenia ou apatia, onde a potência muscular se mostra preservada, mas há o esgotamento da capacidade de manter uma contração muscular contínua. Quando há redução real da força, o quadro é classificado em dois tipos:
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Paresia: Incapacidade parcial de realizar o movimento voluntário das articulações mediante contração muscular.
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Plegia: Incapacidade total de realizar o movimento voluntário das articulações mediante contração muscular.
