O paracetamol sofre biotransformação pelas enzimas presentes no fígado; as reações de fase I geram um metabólito capaz de causar citotoxicidade aos hepatócitos, no entanto em condições normais ele é rapidamente conjugado à glutationa durante a reação de fase II. No entanto, as enzimas da fase II de metabolização são saturáveis – quando há uma ingestão diária de paracetamol maior que 4g, ocorre um acúmulo do metabólito tóxico, gerando danos hepáticos.
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