As principais causas de insuficiência aórtica são endocardite aguda, calcificação valvar (crônica) e doença cardíaca reumática (crônica, locais em desenvolvimento). Na insuficiência aórtica, a valva aórtica está aberta quando deveria estar fechada. Isso é um problema na diástole, pois é o momento em que a valva aórtica deveria estar fechada, gerando um sopro protodiastólico, entre B2 e B1 aspirativo (som de aspirador, pois a valva está aberta e está passando muito volume de sangue), decrescente (começa com frequência mais alta e reduz). Esse quadro gera um pulso em martelo d’água quando é uma insuficiência aguda (pulsação arterial rápido e forte), “tudo pulsa”, possuindo vários sinais clínicos associados:
- Sinal de Quincke (pulsação do leito ungueal)
- Sinal de Muller (pulsação visível na úvula durante a sístole)
- Sinal de Musset (pulsação rítmica da cabeça);
- Sinal de Minervini (pulsação visível na base da língua)
Pode ter B3. Esse sopro aumenta com manobras que aumentam a pós-carga (aumento do fluxo retrógrado via valva insuficiente → intensificação do sopro), como Hand-Grip.
