A úlcera péptica resulta do desequilíbrio entre fatores agressores, como ácido, pepsina, H. pylori e AINEs, e os mecanismos de proteção da mucosa gastroduodenal. O H. pylori é apontado no documento como a principal causa, enquanto os AINEs provocam lesão direta da mucosa e reduzem a síntese de prostaglandinas protetoras.
Nos casos de sangramento, a endoscopia permite classificar a úlcera segundo Forrest e estimar o risco de ressangramento. Úlceras classificadas como Ia, Ib, IIa e IIb devem receber tratamento endoscópico, utilizando métodos térmicos, mecânicos ou de injeção, sendo os métodos combinados considerados mais eficazes.
