A cirrose é consequência de inflamação hepática crônica, com substituição do parênquima por fibrose e formação de nódulos de regeneração. A fibrose aumenta a resistência ao fluxo sanguíneo e contribui para a hipertensão portal, que pode provocar varizes esofagogástricas, esplenomegalia, circulação colateral e ascite.
A cirrose também pode causar insuficiência hepática, levando a manifestações como encefalopatia, icterícia, hipoalbuminemia e coagulopatia. A gravidade pode ser avaliada pela classificação de Child-Pugh, que considera bilirrubina, encefalopatia, albumina, TAP e ascite, enquanto complicações como ascite, peritonite bacteriana espontânea e síndrome hepatorrenal fazem parte da evolução da doença.
