Onda a: onda positiva que corresponde à sístole atrial direita, precedendo o pulso carotídeo e B1. Qualquer condição que aumente a resistência ao esvaziamento atrial e, consequentemente, aumente a força com que esta cavidade contrai, irá aumentar a amplitude da onda “a”. Ausência de onda “a” ocorre na fibrilação atrial devido ao fato de não existir contração atrial nesta circunstância
Onda c: a onda “c” é conhecida como onda sistólica ou carotídea, ocorrendo cerca de 0,04 a 0,10 segundos após B1. Corresponde ao abaulamento da valva tricúspide em direção ao átrio direito durante a sístole ventricular direita, na fase de contração isovolumétrica.
Onda x: o colapso “x” corresponde ao relaxamento atrial (diástole atrial). Ocupa grande parte da sístole ventricular. Por essa razão, é também conhecido como colapso sistólico do pulso venoso.
Onda v: conhecida como onda de enchimento atrial direito. A chegada do sangue no átrio direito ocasiona um aumento da pressão e leva à formação de uma onda positiva que se localiza próximo à B2. Na presença de ritmo cardíaco normal, ocupa a última fase da sístole ventricular.
Onda y: corresponde à fase de enchimento ventricular rápido que ocorre logo depois da abertura da válvula tricúspide. Quando a válvula tricúspide se abre, o átrio direito se esvazia rapidamente. Assim, a pressão no interior do átrio diminui, o que determina a vertente mais baixa do colapso “y”. Em condições normais, a diferença de pressão entre o átrio direito e ventrículo direito é pequena e as pressões se igualam rapidamente.
