Na pancreatite crônica avançada, a destruição do parênquima pancreático pode fazer com que amilase e lipase estejam normais. A insuficiência pancreática exócrina provoca má absorção de gorduras, esteatorreia e deficiência das vitaminas lipossolúveis A, D, E e K; na pancreatite alcoólica crônica, são descritas calcificações e dilatação ductal.
O diagnóstico de pancreatite aguda exige pelo menos dois de três critérios: dor abdominal característica, elevação de amilase ou lipase acima de três vezes o limite superior da normalidade ou achados de imagem compatíveis. A hipovolemia deve ser corrigida precocemente, e antibióticos não são indicados de rotina, sendo reservados para situações de infecção documentada ou fortemente suspeita.
