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Em abril de 2025, o número de mulheres com planos de saúde na saúde suplementar brasileira alcançou o maior patamar já registrado, totalizando 27,6 milhões de beneficiárias, o que representa 53% dos vínculos médico-hospitalares ativos no país. Esse crescimento é atribuído à combinação de fatores como a retomada do mercado formal de trabalho, o envelhecimento da população e o aumento da valorização da saúde em todas as fases da vida. Comparado ao pico anterior, em 2014, houve um acréscimo de 1 milhão de mulheres com cobertura.
A análise etária mostra um crescimento expressivo especialmente entre mulheres de 40 a 49 anos e acima de 75 anos, o que evidencia uma maior preocupação com saúde preventiva e acesso ao sistema privado. Em contrapartida, houve queda no número de crianças com planos de saúde, refletindo dificuldades na inclusão de públicos mais jovens.
A principal via de acesso das mulheres à saúde suplementar continua sendo os planos coletivos empresariais, que respondem por mais de 69% dos vínculos. A região Sudeste lidera em número de beneficiárias, com destaque para o estado de São Paulo. Essa tendência está diretamente relacionada ao crescimento do emprego formal, que serve de base para a expansão dos planos empresariais.
De forma geral, entre abril de 2024 e abril de 2025, o setor de saúde suplementar registrou aumento de 1,9% no número total de beneficiários de planos médico-hospitalares, enquanto os planos exclusivamente odontológicos cresceram 5,9%. Esse avanço acompanha a melhora do mercado de trabalho formal, especialmente no setor de serviços, que impulsionou a expansão dos planos coletivos. O cenário atual reforça a importância de adaptar os serviços de saúde suplementar às demandas específicas das mulheres, especialmente no que diz respeito à prevenção e ao cuidado contínuo.
Fonte: Medicina SA
