Desde a pandemia, a telemedicina – e a telessaúde como um todo – apresentou importante crescimento no país. O que antes sequer era permitido, hoje virou prática comum, seja pelo conforto, por aumento do alcance dos médicos, ou por qualquer outro motivo que parta da classe médica ou dos pacientes. Ainda assim, é inegável que ainda existam diversos questionamentos acerca dessa modalidade, principalmente quando tratamos de casos sérios, como é o caso de pacientes oncológicos. Um estudo americano, contdo, recentemente apresentado na ASCO, demonstrou que é possível sim promover cuidados paliativos remotamente de maneira eficaz para pacientes com câncer de pulmão. O estudo focou no resultado dos cuidados paliativos, sem considerar outros tipos de impactos , tais quais os psicológicos. Certamente, o mundo da pesquisa oncológica agora fervilhará em busca de resultados semelhantes em outros tipos de câncer.
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