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Doenças Cardiovasculares são principais causas causa de morte no Mundo

  • Rafael Kader
  • 19/10/2017

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), as principais causas de morte no mundo são as doenças cardiovasculares. Em 2016, os problemas coronarianos provocaram morte em cerca de 17 milhões de pessoas. Desse modo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu o dia 29 de setembro como Dia Mundial do Coração, no intuito de divulgar maior atenção quanto aos cuidados com o órgão.

Os cardiologistas afirmam que até 80% dos eventos podem ser evitados com simples hábitos de vidas saudáveis, tais como evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, cigarros e sedentarismo. A prática de atividades físicas e uma dieta balanceada com baixas concentrações de sódio e açúcares ajudam a evitar doenças.

Como fatores de risco, vale ressaltar o colesterol alto e o sedentarismo. A hipertensão se apresenta como maior complicação, que, quando não controlada, provoca lesões na aorta, ao sobrecarregar o coração.

A insuficiência cardíaca pode ocorrer como síndrome nessas situações, tendo em vista que o órgão aumenta de tamanho por conta da maior pressão nos vasos. Sintomas comuns nesses doentes são edema de membros inferiores e dispneia.

Outra ocorrência recorrente é o infarto de miocárdio, manifestado quando há isquemia de determinada região do órgão geralmente causada por aterosclerose obstruindo alguma artéria coronária. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, 300 mil pessoas sofrem infartos todos os anos, e em 30% dos casos o ataque cardíaco é fatal.

Alguns dos sintomas que indicam os problemas cardíacos são a dispneia, astenia aos esforços – pequenos, médios ou altos a depender do grau da doença – dor torácica e formigamento no braço esquerdo. É preciso estar atento aos primeiros sintomas e realizar exames regularmente.

Recomenda-se a realização de avaliações periódicas – ainda mais nas populações de risco para apresentar a doença. Um exame de sangue é capaz de avaliar alterações nos níveis de colesterol, de glicemia e de substâncias envolvidas com a função tireoidiana – essenciais para estabelecimento do diagnóstico. Além disso, o eletrocardiograma também é eficiente em alertar possíveis doenças coronárias.

Fonte: CREMERJ

Sobre Rafael Kader

Aluno da Faculdade Nacional de Medicina - UFRJ.

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